As primeiras coisas que escrevi para televisão enquanto elemento das Produções Fictícias foram “sketches” para as rubricas que o Herman tinha no programa Parabéns, como o Boião de Cultura e o Herman Zap. Uma das que melhor me lembro era uma edição do programa Culturismo, programa de cultura e turismo (repararam no belo trocadilho?) apresentado por uma personagem clássica do Herman, Carlos Filinto Botelho (a parodia ao Carlos Pinto Coelho, que vinha já desde O Tal Canal). Filinto Botelho, sempre associando palavras umas às outras e acabando sempre por desaguar em “África, Mãe África” apresentava o evento de lançamento do livro africano O Rei do Munhango. O lançamento consistia mesmo numa prova olímpica. O José Pedro Gomes, na pele do escritor, atirava a obra e Filinto Botelho media a distância.