
Misturando textos de rádio e do programa de televisão com algum material novo, A Revolução fechou a era d’ O Homem Que Mordeu o Cão. Tinha lá textos dos quais me orgulho deveras, mas também um sistema de interactividade com o leitor que resultava melhor no papel do que na prática, e que envolvia o envio de SMS para um site onde, depois, eu respondia às questões dos leitores. Seja como for, é a minha capa preferida da série e tem algumas das coisas mais ousadas que fizemos na TV, por isso é um livrinho que reside num canto especial do meu coração. O que é uma maçada quando eu preciso de o tirar para consultar qualquer coisa.