A leitora deste blog Joana Marques da Cunha enviou-me um recorte do jornal Destak, sublinhado por ela, onde este estaminé aparece referido no mesmo parágrafo que o Abrupto, de José Pacheco Pereira. 



Parece que andamos ali a disputar, taco a taco, a liderança dos blogs mais lidos de Portugal.



De maneiras que eu pensei: isto não pode ser. Tenho de cilindrar as audiências do Abrupto custe o que custar e consagrar-me como rei e senhor da blogosfera nacional - MUA HA HA HA HA HA! MUA HA HA HA HA HA! A primeira medida já perceberam qual foi - já escrevi a palavra "Abrupto" duas vezes e não a coloquei sob a forma de link em nenhuma delas. Mas pronto, vá lá, deixem-me lá então linkar o Abrupto, de Pacheco Pereira. MUA HA HA HA HA HA ! MUA HA HA HA HA HA! Bom. Decidi então fazer o chamado joguinho sujo e criar algo que tenho a certeza que Pacheco Pereira nunca fará no seu blog. OK, agora que penso nisso, acho que também nunca veremos lá um video dele a tomar banho. Mas penso que como arma vencedora na guerra dos hits da blogosfera, aquele meu video em que surjo na banheira é capaz de não ser das coisas mais eficazes. O que é eficaz e que toda a gente gosta de ver? Malta a fazer playbacks parvos. É um hit no You Tube. Penso que as pessoas ainda gostarão mais de ver malta a fazer playbacks parvos com efeitos especiais state-of-the-art. Vai daí, aproveitando uma situação que narrei ontem neste blog e que ainda hoje continua, criei a arma perfeita de combate à supremacia do Abrupto, de José Pacheco Pereira.


No ano em que se celebram os 10 anos d' O Homem Que Mordeu o Cão (e hoje passei uma parte do dia a trabalhar no projecto de comemoração, que queremos levar para a frente em Outubro, que nem uns valentes), eis uma relíquia, encontrada no You Tube. Garanto-vos que não me lembro onde é que isto foi filmado, mas ainda bem que existe, para a posteridade, um registo de Bad Boy MC Crazy Motherfucker. Esta é a personagem que o Ricardo Araújo Pereira, ainda sem imaginar no ícone em que se ia tornar com os Gato Fedorento (ainda nem sequer havia Gato Fedorento!) levou para a estrada connosco, quando andámos de teatro em teatro pelos caminhos de Portugal. Foi giro reviver estes 7 minutos e 43 segundos de uma altura incrível das nossas vidas. Mais deprimente foi constatar que eu estava mais magro e com menos cabelos brancos - sendo que o mais chocante é que isto não foi assim há tanto tempo - foi há coisa de três, quatro anos no máximo...

Ainda pouca gente sabia quem era o Ricardo, mas reparem na brutalidade de gargalhadas que ele arranca - e só precisa de dizer três palavrinhas mágicas: "Ora boa noite..."




Enquanto não faço um videocast ou um webisódio sobre este assunto - a minha tendência pouco saudável para imaginar que, em dadas alturas da vida, toda a gente desata a cantar baladas rock lamechas dos anos 70 e 80 como se estivesse num filme musical - deixem-me confessar-vos que nos últimos tempos acontece-me uma coisa estranhíssima: estou eu a fazer coisas que nada têm a ver com música ou romance - como foi o caso de hoje: estava a cozinhar uns rolinhos de perú com bacon - e CATRAPÁS, uma balada rock lamechas dos anos 80 cola-se-me à mente para não mais sair o dia todo. Não sei de onde é que ela veio (do bacon?), não a ouvi em lado nenhum nos últimos, digamos, 20 anos, e durante alguns minutos até estive à rasca, a tentar lembrar-me quem cantava isto. Mas o que é certo é que, enquanto virava a comida na panela, a minha mente explodia num fogo de artifício lindo, repetindo incessantemente o refrão...

Don't answer me, don't break the silence, don't let me win!
Don't answer me, stay on your island, don't let me in!


Uma pesquisa revelou-me que se trata de um single de 1984 dos Alan Parsons Project, uma banda cuja música não fica nada bem a um tipo que quer ser minimamente cool dizer que lhe está no ouvido. Eu não tenho nenhum disco dos APP (embora tenha no iPod, como parte da minha cada vez mais gigantesca colecção de mp3 dos anos 80 o díptico Sirius/Eye in the Sky, como é óbvio), preferindo, no que toca a rock progressivo de alguma pompa e dramatismo, os sons realmente de categoria dos Electric Light Orchestra do grande Jeff Lynne; mas o que é certo é que o Don't Answer Me continua-me encalacrado na mente em todo o seu dramatismo arrebatador, lembrando-me as festas de Natal na Escola Secundária de Benfica (hoje Escola José Gomes Ferreira), nos idos de 1984-85, canções como esta explodindo no PA do anfiteatro, casalinhos dançando, colegas meus encontrando o amorrrrrr e eu encontrando a sólida companhia de uma parede onde me encostar a olhar para os outros... Ah, e as borbulhas. Sempre as malditas borbulhas.

À conta da pesquisa na Internet, encontrei o videoclip da cantiga. E, ao evitar mostrar os barbudos elementos da banda, servindo-nos em vez disso um fabuloso desenho animado com estética pulp, o clip revela-se um dos mais giros da década de 80, tornando mais suportável o peso da culpa do prazer!




... é que já tive a confirmação que o previsivelmente delicioso Hot Fuzz não vai estrear nas salas portuguesas. As boas notícias é que já não falta muito para lhe podermos deitar a mão na bela edição DVD de região 2, britânica, que estará à venda na Amazon UK num bonito e inesquecível dia de Junho. Para quem não sabe o que é Hot Fuzz, trata-se do segundo filme da dupla Simon Pegg - Edgar Wright, verdadeiros deuses da britcom moderna, criadores da série Spaced (já exibida pela SIC Radical) e da esplendorosa comédia romântica com zombies, Shaun of the Dead (lançada em Portugal em DVD sem estrear, também ela, nas salas nacionais - o título tuga, extraordinariamente parvo, foi Zombies Party - Uma Noite... de Morte). Depois de parodiarem afectuosamente os filmes de terror, Pegg e Wright, ajudados por um incrível elenco por onde passam algumas das maiores entidades britânicas da comédia - como Steve Coogan, Stephen Merchant ou Bill Nighy - gozam à grande com os blockbusters de acção da escola Michael Bay / Jerry Bruckheimer, criando um épico de tiroteios e perseguições automóveis aparatosas no último local onde se esperava que acontecessem: numa pacata aldeia da Inglaterra profunda. Aquilo a que já deitei as manápulas foi a isto:



Tal como acontecia com a banda sonora de Shaun of the Dead, Simon Pegg e Edgar Wright mostram que não só têm extremo bom gosto para fazer comédia, mas também para seleccionar música. E tal como acontecia com o disco de Shaun of the Dead, a banda sonora de Hot Fuzz não é uma mera compilação de cantigas metidas a martelo só para ganhar dinheiro à conta do filme (prática corrente em Hollywood). O disco é todo um trabalho dedicado onde música e diálogos do filme se cruzam imaginativamente para oferecer ao fã do filme a possibilidade de ouvir o filme, ou, pelo menos, uma recriação muito fiel do seu ambiente e humor. Cruzando as vozes dos actores com canções clássicas de Adam Ant, T-Rex, XTC (uma das minhas bandas de culto), os grandiosos Kinks, os não menos grandiosos Eels, os Fratellis e com pedaços da partitura instrumental de David Arnold que, depois da seriedade da banda sonora de Casino Royale, diverte-se a desconstruir os lugares-comuns das partituras musicais para fitas de acção, o disco de Hot Fuzz é seguramente uma das mais felizes colecções de canções deste ano. O single que serve de apresentação a esta banda sonora é uma excelente canção dos Fratellis que também está no seu álbum Costello Music. Chama-se Baby Fratelli. Eis o videoclip, completo com excertos do filme:




Eu tinha algumas expectativas altas para Death of a President, o filme que fechou hoje o Indie Lisboa depois de ter provocado várias polémicas acesas por esse mundo fora (e sobretudo na América). Não tendo tido tempo de ver a programação do Indie, estava mesmo todo contentinho, na esperança de assistir, no único dia do festival em que tive tempo de lá ir, a uma fita decente. O que não é o caso de Death of a President. Pelo menos para mim. A premissa é intrigante e interessante: o realizador Gabriel Range cria um mockumentary sobre o assassinato de George W. Bush, num dia de Outubro deste ano, servindo esse mecanismo de choque como pedra de toque para uma análise crítica do desempenho da administração Bush. O que não ficou inteiramente claro para mim é se o interesse que emana deste projecto será algo mais do que a nossa normal curiosidade mórbida de homo sapiens a funcionar, por muito que o nosso lado snob realce a validade mais profunda deste projecto. Range manipula imagens de Bush e de Dick Cheney com uma destreza assustadora e que nos leva a pensar que, hoje em dia, a tecnologia permite criar qualquer situação em filme. Pedaços de discursos são remontados, movimentos de boca são redesenhados digitalmente e, no meio da confusão, vislumbramos uma imagem arrepiantemente credível do Presidente americano a tombar após ser atingido por dois tiros. Mais tarde, vemos Dick Cheney fazer-lhe o elogio fúnebre. Para lá deste lado de falso snuff movie, o que mais tem Death of a President para oferecer? Hora e meia de filme que parece durar três horas, valha-nos Deus. Um pastelão previsível, com laivos de thriller (quem matou o Presidente?) e cujo final percebemos cedíssimo, temperado com depoimentos de figuras fictícias tentando desesperadamente parecer pessoas reais, sendo raras são as que conseguem convencer-nos que não passam de actores secundários de séries de televisão. A mais convincente é Becky Ann Baker, excelente actriz que os mais atentos reconhecerão da série Freaks and Geeks e que faz aqui o papel da assistente e escritora de discursos do Presidente. As conclusões a que o filme chega são válidas mas banais - nada que não tenha sido dito e redito e de formas menos aparatosas mas mais eficazes. Passado o voyeurismo da novidade - "veja Bush a dizer coisas que nunca disse!", "veja Bush em situações onde ele nunca esteve!", "veja Bush papar dois balázios!" - Death of a President é uma fita militantemente aborrecida e que me fez dar umas quantas voltas na cadeira e bocejar sonoramente meia dúzia de vezes. Parece que vai estrear em sala e não tenho dúvidas que irá atrair muita gente (da mesma forma que um acidente na berma da estrada nos obriga a olhar para ele). Quantas aguentarão o filme sem cabecear com o soninho, eis a questão que fica no ar.


... leva-me a descobrir algumas coisas bem divertidas, como a obra dos Cavalheiros do Apocalipse. Já se fizeram muitas piadas sobre a questão dos engenheiros, mas este sketch tem um nível de detalhe que me fez gargalhar com gosto:



Parabéns, cavalheiros!


Caros amigos, no meio das 880213 coisas que faço e para garantir que tenho sempre tempo para ir actualizando esta casa, ando a descurar a leitura dos e-mails que me são enviados para havidaemmarkl@gmail.com. Hoje fui lá após longa ausência e deparo-me com a bonita quantia de 2600 mensagens novas para ler. Vou dar o meu melhor, mas será difícil responder a tudo... Lembrem-se de passar de vez em quando pela sala de chat aqui do site, instalando o Yakalike nos vossos browsers, porque eu passo por lá de vez em quando e posso sempre responder a questões em directo (o meu nick é havidaemmarkl). O meu silêncio e/ou a demora nas respostas a e-mails não é por mal... É que o universo Há Vida em Markl ainda é, basicamente, uma operação de um homem só e não é fácil estar em cima de todos os acontecimentos. Não levem a mal e tenham generosas doses de paciência! Obrigadaço.




Ontem estreou na RTP Mobile um projecto experimental de programa de televisão totalmente concebido para telemóvel pelas Produções Fictícias e pelos muito talentosos Daltonic Brothers, de quem vos mostrei há umas semanas o belo teaser do projecto Melancómico, do Nuno Costa Santos. É um magazine de dicas culturais escrito pela Patrícia Muller e apresentado pela Sónia Balacó, que não só merece um sonoro "olá jeitosa", como também uma visita ao blog dela, que está cheio de provas de que ela é uma rapariga de bom gosto (e não me refiro ao facto dela ter lá um link para este nosso estaminé. OK, pronto, refiro-me também a isso.) O magazine, dirigido ao público mais jovem, passa em directo na RTP Mobile (nos vossos telemóveis) às sextas-feiras às 12h45; repete depois às 19h15 e à 1h30. Mais tarde, a RTP disponibiliza os episódios no site da RTP Mobile, cortesia do acordo que a TV do Estado tem com o You Tube. Ora vejam o primeiro, aqui: Estive a ver as listagens de programação da RTP Mobile. Não fazia ideia que tinha emissões normais, de manhã à noite, como um normal canal de televisão, o que é muito interessante... Penso é que para a coisa pegar realmente, tem de haver uma descida no preço das ligações 3G. O potencial que este tipo de televisão tem e que está a ser explorado em todo o mundo (por exemplo, a Fox já produz uma versão mobile da série 24) merece que cada vez mais pessoas tenham acesso a isto. Entretanto, e por falar em experiências das Produções Fictícias fora da televisão, é de lembrar que é em Maio que vai acontecer uma coisa verdadeiramente épica num computador perto de vós. Isso coincide também com a nova encarnação aqui do havidaemmarkl.com. E com a estreia dos afamados webisódios. Tudo será revelado daqui a pouco tempo...


Sim, meus amigos - voltou a análise à comida (e bebida) saudável neste estaminé. Saudável, claro, no sentido "ai que saudável que é experimentar coisas novas tais como refrigerantes de cores estranhas". Há uns anos que não se falava aqui de produtos comestíveis, mas recentemente foi posto no mercado um produto tão apetecível em todo o seu aparentemente artificial esplendor, que, desde que fui informado da sua existência, jurei que não descansaria enquanto não submetesse o meu organismo aos seus rubros encantos, qual rato branco que avança, destemido, para uma experiência que pode ser valiosa para o futuro da Humanidade. Ontem, senhoras e senhores, adquiri a primeira garrafa da minha vida de Sumol de morango.



A indústria dos refrigerantes e a nossa própria relação de seres humanos com a fruta veio criar estranhas verdades na nossa mente, verbalizadas de forma consistente pela funcionária do supermercado que me atendeu na caixa. Dizia ela, enquanto registava a fascinante garrafa na máquina: "Tenho vontade de experimentar isto, mas é estranho. Laranja com gás, tudo bem. Agora morango..." Concordei, com a convicção de quem tem a certeza que a fruta já vem da laranjeira com o gás dentro. Morango com gás? Freak. Laranja com gás? Perfeitamente normal. Antes de colocar a garrafa de Sumol de morango num saco, a funcionária da caixa contemplou-a uma última vez e disse: "Pois é, gostava de experimentar isto". Como sou um homem casado, nada fiz; se fosse solteiro, talvez a tivesse convidado a fugir dali e a vir comigo para um local exótico e bucólico (tipo o jardim da Gulbenkian) onde, estendidos numa manta, beberíamos o refrigerante e comentaríamos as variedades de pássaros. No rótulo, utilizam-se as palavras "EDIÇÃO ESPECIAL", seguindo uma tendência recente de outros tipos de sumo. A palavra "edição" remete o produto para a área da cultura, proporcionando ao consumidor mais bronco a sensação mais próxima que ele terá de comprar um livro. Se alguém lhe perguntar o que é que ele anda a ler, esse consumidor poderá responder, confiante, "o Sumol de morango". Não estará a mentir, porque há muito que ler no rótulo desta bebida, nomeadamente isto:



 Ah! O perfeito tie-in: Sumol de morango, Morangos com Açúcar. Ainda bem que o acordo foi com a TVI e não com a SIC: se morangos com gás é bizarro, flores com gás seria francamente perturbante. A garrafa anuncia a possibilidade de jantarmos com os Morangos com Açúcar, num concurso que, sublinha-se, é exclusivo para Portugal. Acredito que sim: só ter de pagar o jantar àquela malta toda dos Morangos já deve ser uma maçada para a Sumol; ainda por cima ter de pagar a viagem a um islandês qualquer para vir jantar com a malta dos Morangos - impraticável. Devo dizer que estes prémios "jantar com" não são grande espingarda. Parece giro, mas não é. Sei disto, porque já fui um prémio desses. Em 1993, no Programa da Manhã da Rádio Comercial da altura (de cuja equipa eu fazia parte) fizemos um concurso em que um dos prémios era jantar com a equipa do programa. Como eu só inventaria os Desbloqueadores de Conversa quatro ou cinco anos depois, n'O Homem Que Mordeu o Cão, o jantar foi uma longa sessão de "pois é, cá estamos" em que toda a gente fez o possível, a dada altura, por devorar a comida o mais depressa possível para se pirar dali para fora o quanto antes. E quanto à bebida em si?



 A bebida em si tem o tom de vermelho vivo que vemos não propriamente nos morangos, mas talvez mais dentro de tubos de ensaio de laboratórios de cientistas loucos. O que, para mim, é positivo. Para que é que uma pessoa há-de querer uma reprodução rigorosa de fruta dentro de uma garrafa se pode, facilmente, comer morangos reais? Um gourmet de refrigerantes não protesta contra o artificialismo da bebida. Aceita-o. Regozija-se com ele. Chafurda nele (esta parte já é capaz de deixar um indivíduo peganhento; é melhor não). Ninguém vai a um restaurante à espera de comer aquilo que pode facilmente comer em casa. Da mesma forma, ninguém avança para um refrigerante à espera de ingerir fruta fresca acabada de colher da árvore. O novo Sumol de morango sabe a morango de rebuçado e as picadelas do gás só soarão estranhas a quem nunca ingeriu um outro produto extremamente nutritivo chamado Peta Zetas e que há anos que tem a variedade Morango. As Peta Zetas são um granulado amarelado produzido em Espanha e que vem em diversos sabores a fruta. Uma vez entrando em contacto com a saliva, as Peta Zetas desatam a fervilhar e a estalar, pelo que, no fundo, elas foram como que embaixadoras desta experiência francamente mais completa a nível de morangos a fervilhar na boca de um indivíduo que é o novo Sumol de morango. Não sendo a bebida ideal com a qual impressionar miúdas (a não ser, talvez, para os leitores deste blog que estão neste momento na 4ª classe), o Sumol de morango emana, ainda assim, um certo poder de sedução e mistério junto do sexo oposto - lembrem-se da conversa na caixa do supermercado e da possibilidade de devaneios no jardim da Gulbenkian. Dada a sua natureza experimental, é possível que não perdure pelos tempos como os sucessos perenes - e inteiramente merecidos - da mesma empresa (os refrigerantes de laranja e ananás, material de que são feitas as lendas). Mas, por mim, merece dois intensos polegares para cima.


Desafortunadamente, o Jorge Botas não apanhou a Raquel Bulha quando filmou um excerto d'O Livro dos Porquês especial de hoje - ela é a única alma matinal da Antena 3 que apenas ouvimos neste video. De resto, está cá, bem visível, todo o gang: o José Mariño, o Bubu, o Jorge Botas, a Catarina Limão, o Gonçalo Castro e, fãs da Ana Galvão, atenção ao quase-número de strip-tease que não só roça o espectacular como ainda me roçou perigosamente a testa, capaz de me abrir um lanho por cima do olho, valha-me Deus. Há ainda um cameo do Sam The Kid.



Isto de sairmos do estúdio da rádio e avançarmos para um evento com música ao vivo envolvendo os novos estúdios da RTP foi inspirador. Temos de fazer isto mais vezes.

Entretanto, não se esqueçam que os mini-concertos continuam pelo dia fora. E com transmissão (com video e tudo, um luxo!) pela Internet, no estaminé da Antena 3. Malta dos Macs, usem o leitor de video VLC para verem a festa em condições. Digo-vos eu, por experiência própria.




Conversetas
Clique aqui para entrar onde pessoas giríssimas se juntam em amena tertúlia.
Arquivos
2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


2006:

 J F M A M J J A S O N D


2005:

 J F M A M J J A S O N D


2004:

 J F M A M J J A S O N D


2003:

 J F M A M J J A S O N D


2002:

 J F M A M J J A S O N D


2001:

 J F M A M J J A S O N D


2000:

 J F M A M J J A S O N D


1999:

 J F M A M J J A S O N D


1998:

 J F M A M J J A S O N D


1997:

 J F M A M J J A S O N D


1996:

 J F M A M J J A S O N D


1995:

 J F M A M J J A S O N D


1994:

 J F M A M J J A S O N D


1993:

 J F M A M J J A S O N D


1992:

 J F M A M J J A S O N D


Olhem para o que eu ando a fazer
Caderneta de Cromos - 2ª a 6ª feira, 8h45 e 9h45
(o clube de fãs no Facebook)

PRIMO - Sábado às 12 e Domingo às 23h00
(site do programa)

Tudo na Rádio Comercial
Pesquisar
 
Texto e cartoons © 2008 Nuno Markl
Design Patrícia Furtado