Nota prévia: Este post contém referências de cariz publicitário, dado que este concurso é fruto da associação entre este blog e a Philips, que disponibilizou três Wake Up Lights para oferecer aos leitores do Há Vida em Markl. E nós não dissemos que não...



Há toda uma panóplia de novas propostas, neste verdadeiro festival de microfilmes sobre o despertar. Como de costume, recordem-se as regras deste concurso aqui. Em jogo estão três exemplares de Wake Up Light, o novo despertador da Philips que acorda um indivíduo com uma simulação de nascer do sol combinada com sons da natureza, rádio, ou o apito de alarme mais suave (embora muito funcional) com que um despertador já veio artilhado.

Vamos às mais recentes participações. A dupla Carlos Figueiredo - Filipe Ferreira abrem este desfile com um despertar violento às quatro e tal da tarde.


A Tatiana Albino é a primeira a abordar o drama da borga estudantil.


Pedro e Rui Alves fazem um requiem.


Eis o acordar segundo Nuno Mota...


Ana Santos acordando na companhia de deuses sexy...


E Ricardo Sousa, mais um dos seguidores do stopmotion...





E pronto. Já está. Por esta altura já fui informado, numa SMS incisiva e, simultaneamente, arrebatadora enviada pelo meu caro amigo Vasco Rolão Preto, da Endemol, de várias coisas sobre a emissão de Dança Comigo onde, meu Deus, vou participar: já sei que estilos de dança vou levar a cabo (são dois); já sei que músicas de cada um desses dois estilos vou dançar; e também já sei quem vai ser a minha colega de concurso (e pressinto que, ela sim, sabe dançar). Devido a um misto entre a intenção de suspense e um elevado nível de angústia que me torna difícil teclar, não vou revelar nada disso neste momento. Digamos apenas que, enquanto não marco os ensaios com o mito vivo que é Marco de Camillis, já fui ao You Tube recordar as duas músicas que me esperam e tenho andado, nas últimas horas, a ver inúmeros videos de pessoas dançando os tais dois estilos. Como se fosse fácil.

Estou aterrorizado.

No fundo a sensação é um bocado a mesma que senti quando, na primária, e porque me esqueci dos calções em casa, decidi entrar no ginásio envergando cuecas brancas, na esperança que ninguém desse por isso. Esse evento, no qual toda a gente deu por isso (e que vem narrado no primeiro livro Há Vida em Markl) definiu para sempre o meu trágico rumo no que toca à prática de Educação Física e de qualquer tipo de desporto ou operação que envolva mover o corpo de forma exótica perante muitos espectadores. A razão porque sempre fui uma nódoa na ginástica, no desporto e na dança foi uma e só uma: desde esse fatídico dia da década de 70 que eu ando em cuecas. Cuecas mentais, bem entendido. A minha esperança, remota, é que fazer duas danças extraordinariamente sexy em horário nobre, feche o círculo e me devolva a alma de indivíduo desinibido e confiante nas capacidades do seu corpo que eu tinha em petiz, minutos antes de ter tomado a decisão de entrar numa aula de ginástica em cuecas.

Em 2008, finalmente, vou vestir os calções imaginários e comunicar aos presentes nesse grande ginásio que é a vida: "O meu nome é Nuno Markl e sou o próximo a usar o cavalo de arções, obrigado e bom dia!"


Descobri hoje este blog, em destaque na página principal dos Blogs do Sapo, e é um verdadeiro buffet de finas iguarias:



Não faço ideia quem seja o autor, mas está, há uns belos dois anos, a fazer um belíssimo trabalho de recolha das coisas mais extraordinárias que se anunciam em jornais. Sendo que os meus favoritos, até ao momento, são claramente estes:





E, a pièce de resistence...


Parabéns ao Desclassificado (é este o nome artístico do autor) por este trabalho épico.




Acho que Mad Men, a série que não se saiu nada mal nos Globos de Ouro deste ano, está a passar num dos canais Fox (se não me engano!), mas eu ainda não a tinha visto. Vi ontem o primeiro episódio e fiquei impressionado, estranhando o facto de, no meio de tanta gente informada sobre séries de TV que visita este estabelecimento, ainda ninguém (se bem me lembro!) ter aqui mencionado que esta criação de um dos cérebros de Os Sopranos, Matthew Weiner, é um verdadeiro luxo. E o mais interessante é como pega num tema que, à partida - pelo menos para mim - nada tem de especialmente atractivo ou cativante para me convencer a ficar cliente (histórias sobre criativos e executivos publicitários na Nova Iorque dos inícios dos anos 60) mas como, de repente, e apesar do enquadramento histórico e laboral muito preciso, se transforma numa reflexão interessantíssima, por vezes coincidente, por vezes dissonante, sobre aquilo que a América é hoje. Às vezes, Mad Men parece usar o seu lado de "série de época" como metáfora sobre a actualidade e fá-lo com a classe que só um discípulo de David Chase, n' Os Sopranos, poderia ter.

À parte destas rimas de Mad Men com a actualidade, há que dizer que a reconstituição dos early 60s é primorosa: a fotografia, o guarda-roupa, as maquilhagens, os cabelos - tudo está tão obsessiva e meticulosamente recriado que quem seja apanhado desprevenido julga que está a ver um produto da época. Os brilhantes actores, quase todos saídos de outras séries televisivas (Jon Hamm de The Unit, Elisabeth Moss de The West Wing, Vincent Kartheiser de Angel, Christina Hendricks de Firefly, Rosemarie DeWitt de Standoff) transfiguram-se, tornando-se credíveis criaturas da Nova Iorque dos 60s, quase saídos dos anúncios cheios de glamour em que os criativos de Mad Men trabalham. É claro que uma das partes mais divertidas e viciantes desta série está na maneira como Matthew Weiner raspa essa superfície bonita e polida, revelando assim o negrume que vai dentro daquelas vidas perfeitas. Mad Men é um tratado sobre os supostos papéis dos homens e das mulheres, a hipocrisia, a mentira, a filha-da-putice - tudo isto servido com razoáveis doses de provocação elegante à HBO (apesar de, na verdade, ser uma série da AMC).

Mad Men conquistou ontem um cliente aqui por Benfica...



Nota prévia: Este post contém referências de cariz publicitário, dado que este concurso é fruto da associação entre este blog e a Philips, que disponibilizou três Wake Up Lights para oferecer aos leitores do Há Vida em Markl. E nós não dissemos que não...



Está animado, o valentíssimo concurso do Pior Acordar do Mundo, o tal que valerá a três leitores deste blog outros tantos espécimes de Wake Up Light, o despertador mais cool da História... Como sempre, recordem-se as instruções para concorrer, neste link...

Feito este intróito, avancemos para as mais recentes entradas. Eis Daniela Matos e Diana Martins, com actor convidado.


Francisco Falcão, com um pequeno conto tétrico...


O José Henrique Timóteo é o primeiro concorrente a usar stopmotion!


O Jorge Carvalheiro e o Miguel Moreira falam de sonhos musicais...



Quais convites para conhecer Seinfeld ou Terry Jones, qual quê. O grande convite dos últimos tempos surgiu-me hoje e, infelizmente, tive de dizer que não, porque já tinha compromissos para o mesmo dia e a mesma hora. Mas sim: para sempre guardarei, emocionado, em meu coração, a memória do dia em que fui formalmente convidado para estar na apresentação das novas cheerleaders do Benfica. Assim, vale a pena gostar de bola, caramba.

E fiquei com vontade de ouvir isto, passados todos estes anos:


Ah, g'anda Toni Basil. O que será feito de ti?


Sem dúvida um dos melhores espécimes recentes nacionais para a galeria "se não fosse trágico era cómico", este revelador telefonema entre uma operadora do INEM e quartéis de bombeiros vai ser alvo de uma análise quase poética no segundo Não, Agora a Sério (no Sexta à Noite, sexta, às 22h30, RTP-1).

Creio que por esta altura já quase todos os portugueses devem ter visto isto, mas estamos, sem dúvida, perante um clássico perene.



Nota prévia: Este post contém referências de cariz publicitário, dado que este concurso é fruto da associação entre este blog e a Philips, que disponibilizou três Wake Up Lights para oferecer aos leitores do Há Vida em Markl. E nós não dissemos que não...


A segunda semana do grandioso videoconcurso em busca do Pior Acordar do Mundo prossegue, com mais dois exemplares de cinema independente dedicado ao tema.

Para quem ainda não conhece as instruções desta operação, em que podem ganhar os magníficos despertadores Wake Up Light da Philips, ei-las aqui.

Agora, eis a obra do Ângelo Pinto...


E a do Nuno Camameiro...


Aproveito para recordar que o prazo para upload de videos no Sapo é a próxima segunda-feira. Depois será feita uma avaliação cuidada e justa, e seleccionados os três melhores videos. Para eles, seguirão os Wake Up Lights!


Nota prévia: Este post contém referências de cariz publicitário, dado que este concurso é fruto da associação entre este blog e a Philips, que disponibilizou três Wake Up Lights para oferecer aos leitores do Há Vida em Markl. E nós não dissemos que não...



Chegaram mais candidaturas para o Pior Acordar do Mundo (escusado será dizer que as regras estão aqui, mas eu digo na mesma), o arrebatador concurso que valerá a três visitantes deste estabelecimento outros tantos Wake Up Lights, o despertador da Philips que reduz consideravelmente o horror do acordar.

Aqui fica a entrada do José Luis Belo e da Joana Leite Silva, com a surpreendente aparição de Sarah Pacheco na banda sonora.


O Miguel Pironet propõe 18 segundos de uma precisão avassaladora.


O Daniel Albuquerque e a Patrícia Canedo criam uma proposta que não só está repleta de actualidade, como é o primeiro video a concurso que inclui gore.





Os Legos fazem hoje 50 possantes anos. Presto a minha homenagem a um saco de plástico cheio até acima de tijolos de Lego que me acompanhou durante a infância e com o qual construí algumas das obras de arquitectura mais bizarras jamais vistas num quarto de brinquedos. Vá-se lá saber porquê, raras vezes respeitei as regras de construção das caixas individuais de Legos. A tampa mostrava o que se podia construir com o conteúdo da caixa - aliciantes viaturas, edifícios, aeroportos - mas, mais tarde ou mais cedo, todas as peças e pequenas criaturas amarelas (as primeiras criaturas amarelas carismáticas da cultura popular, muito antes d' Os Simpsons) acabavam dentro do famigerado e apocalíptico saco, dando origem a construções alternativas que só duravam inteiras o tempo de eu pensar numa ideia melhor. Nessa altura, zás, demolição (o que também dá o seu gozo).

Eu era viciado em Legos. Eu andava com peças de Legos na algibeira. E quando alguém me oferecia um sucedâneo de Lego (porque os havia; sempre imitado, nunca igualado), eu tentava tirar dele o mesmo prazer, mas um verdadeiro conaisseur de Lego sabe que não há nada que bata pior do que Lego marado.

Façam-se louvores ao Google, por ter feito isto hoje, ao seu logotipo...



... e celebre-se o meio século deste indivíduo de inabalável optimismo, mesmo na face da maior tragédia (por exemplo, um pé em cima da casa dele):





Conversetas
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Olhem para o que eu ando a fazer
Caderneta de Cromos - 2ª a 6ª feira, 8h45 e 9h45
(o clube de fãs no Facebook)

PRIMO - Sábado às 12 e Domingo às 23h00
(site do programa)

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