A Rádio Comercial é uma das coisas mais importantes da minha existência, e das mais diversas maneiras. Foi a rádio que me abriu os horizontes humorísticos, com programas como Pão Com Manteiga ou Rebéubéu Pardais ao Ninho. Foi a rádio que me abriu os horizontes musicais, com programas como Rock em Stock, Som da Frente ou mesmo o delirante Febre de Sábado de Manhã. E, por fim, foi a rádio onde me fiz radiofonicamente homem, lá fazendo os meus primeiros programas de autor em 95 e 96, e, em 1997, começando essa intensa e épica aventura chamada O Homem Que Mordeu o Cão. Estes 30 anos da Comercial, que hoje se celebram, têm para mim, por isso, um impacto acrescido. Já não estou lá há alguns anos, mas sentir que faço parte, primeiro como ouvinte e depois como funcionário, destas três notáveis e influentes décadas de rádio é uma belíssima sensação. Parabéns à velha casa e aos compinchas que lá tenho.
Confesso que tenho ouvido mais a comercial do que a 3, já que as horas a que o faço não estás tu "on air".