Só agora tenho um mísero pedaço de tempo para falar do que aconteceu na FNAC Colombo, na madrugada de quinta para sexta-feira passada. E não tenho dúvidas de que foi a maior sessão de autógrafos em que já estive. Estava muita, muita gente.
Que é como quem diz: mesmo as maiores sessões que houve no tempo do Homem Que Mordeu o Cão - e houve-as bem grandes - não foram tão grandes como esta. Foi esgotante (saímos do Colombo já passava das 4 e meia da manhã), o calor era infernal (impossível manter o blazer branco de Don Johnson muito tempo), mas foi divertido: esboçou o que pode vir a ser um espectáculo ao vivo da Caderneta e foi uma calorosa e afectuosa reunião entre ouvintes, leitores, e as pessoas que fazem a rubrica e o livro.
Isto é como a FNAC é às 4h30 da manhã, depois de toda a gente ter saído. A sério, é um lugar surreal.
Obrigado a todos os que lá estiveram; aos que não puderam estar, não se preocupem, não faltarão oportunidades para estarem em próximos eventos de promoção do livro. E obrigado à FNAC pela simpatia de terem oferecido esta espécie de troféu a mim e à Patrícia Furtado, autora das ilustrações do livro, comemorando a maior pré-venda de sempre da História da FNAC.
A Rádio Comercial montou um vídeo de 11 minutos com momentos do evento. Podem vê-lo aqui. Houve desfile de memorabília rara das décadas de 70 e 80. O dono do objecto mais celebrado pela multidão ganhava o estaminé que a FNAC usou para vender o kit da pré-venda durante as últimas semanas, autografado pela equipa. Venceu o António Russo, que ainda hoje usa uma invulgarmente estimada manta da Heidi, absolutamente vintage, para aquecer a filha recém-nascida. A petiza tem, agora, a decoração de quarto infantil mais bizarra de sempre, mas por acaso não fica nada mal, como podem ver pela foto que o António mandou, do aconchego do lar.
Agora o livro está em todo o lado - e antes do dia de lançamento já estava na 3ª edição (chiça!) o que é incrível e me faz, de novo, agradecer o vosso entusiasmo por esta aventura radiofónica que, em Novembro, irá completar um ano de existência (e parece que foi há 15 dias que começou, caramba). Para que percebam o grau de perfeccionismo que anda a ser posto em tudo o que tem a ver com a Caderneta de Cromos, notem no falso autocolante de "3ª edição" que a Patrícia acrescentou - com ponta revirada e tudo - na capa da 3ª edição. É falso porque não é, na verdade, um autocolante - assim como as famosas dobras da capa também não o são - mas é verdade que já chegámos, sem saber bem como, à 3ª tiragem do livro!
Em breve começam as sessões de apresentação e autógrafos e aqui - e também no Facebook da Caderneta - se irá dando conta de tudo o que vai acontecendo. Quanto aos cromos coloridos, não se esqueçam que, em breve, poderão fazer o download deles, em carteirinhas virtuais, no site oficial do livro, dentro do site da Editora Objectiva. Inscrevam-se para serem avisados da publicação de novos cromos. Coleccionem, que nem uns malucos!