Parece que ainda foi ontem. Mas a verdade é que a Caderneta de Cromos está a caminho do primeiro aniversário - e andamos a magicar umas comemorações com a sua laracha para dia 23 de Novembro. Para os fãs da Caderneta que foram ao Coliseu de Lisboa, tenho uma mini-prenda antecipada - um singelo making of da rábula de abertura da Caderneta de Cromos ao Vivo. A todos os que vão ver o espectáculo no Porto, no próximo dia 27, aconselho que vejam isto só depois do show.
Uma coisa é certa: o ano um da rubrica é festejado com o lançamento de um pedaço bastante retro de merchandising a que chamámos A Minha Agenda da Caderneta de Cromos, em sentida homenagem à lendária A Minha Agenda RTP, que toda a gente, em determinada altura da sua infância, achou essencial possuir. Como eu nunca tive tal coisa, criei uma! Criei-a com a Patrícia Furtado e a editora Objectiva - uma útil agenda que, sim, é mesmo a sério, apesar de estar artilhada de pequenos pedaços do universo da Caderneta de Cromos, ornamentando as suas intemporais páginas. Intemporais, porque esta agenda pode ser usada em qualquer ano - não apenas 2011. Se vos apetecer usá-la só em 2012 ou, se não acreditarem na profecia inca do fim do mundo e se arriscarem guardá-la para 2037, ela continuará válida. Eis a capa:
E para quem tem curiosidade para saber como é ela por dentro, aqui está um pedaço de uma das suas páginas, com o tipo de dica e informação preciosa e útil que se espera de uma agenda de prestígio:
A agenda é mais um rico trabalho gráfico da Patrícia Furtado e, para além da sua natureza de agenda pura e dura, é uma espécie de expansão do universo do livro da Caderneta de Cromos. Ou, para ser pretensioso, uma, vá, companion piece. Chiça. O preço é catita - 8 euros e meio. A data de lançamento é o dia do 1º aniversário da rubrica - 23 de Novembro. Ou seja, terça-feira que vem.
Alguns dias mais tarde, outra peça fundamental do universo da Caderneta é lançada. É, provavelmente, a peça de merchandising mais egoísta da História: mesmo que ninguém compre, já ninguém me tira a honra gigantesca de ter co-concebido (isto parece gaguez, mas não é) um jogo com a mais mítica empresa portuguesa de brinquedos e jogos - a mui adorada Majora. De novo com as ilustrações da Patrícia, criámos uma espécie de reinvenção do clássico Jogo da Glória a que chamámos... bom, Jogo da Glória da Caderneta de Cromos. Tem o espírito do jogo clássico, mas a Majora deu-nos toda a liberdade para reescrever e tornar mais delirantes, competitivas e até físicas, as regras desse sucesso perene da empresa. O resultado é mesmo uma fusão inédita entre o espírito tradicional de um jogo de tabuleiro e o espírito, hum, coiso, da rubrica da Rádio Comercial.
Aqui, o momento em que eu e a Vanda Miranda apalpámos, emocionados, pela primeira vez, a caixa do jogo, na reunião que tivemos na terça-feira com o Pedro Oliveira, da Majora, para ultimar os detalhes. A maior emoção foi ver o clássico logotipo da Majora na tampa de um jogo baseado numa rubrica minha!
(Esclarecendo todas as dúvidas que esta foto suscitou entre os seguidores da Caderneta no Facebook: esta foto foi tirada na sala de reuniões das Produções Fictícias e o cartaz lá atrás é de uma peça de teatro chamada Conspiração (e não apenas Piração), escrita pelo Nuno Artur Silva.)
Tal como aconteceu com o livro da Caderneta de Cromos, a FNAC associou-se à Objectiva e à Majora para fazer pré-vendas destes dois novos artefactos do planeta Caderneta. Mais tarde eles estarão disponíveis em todo o lado, mas neste momento já há uma página da loja online da FNAC onde está reunido todo o universo cromo e onde pode ser feita a pré-encomenda da agenda e do jogo. Está tudo aqui.