Aqui vai o serviço noticioso do Planeta Markl.
A Bela e o Paparazzo saiu em DVD...
... numa edição que contém extras gostosos. Nomeadamente ao nível das cenas apagadas. São cenas interessantes, mas que não encaixavam no filme e lhe atrasavam o passo, mas que agora podem ser apreciadas em todo o seu esplendor. Ainda não confirmei, mas creio que está lá o final alternativo filmado no Music Box, onde a minha personagem, Tiago, trama a vilã - a brilhante Maria João Falcão - numa cilada movida a coca. Que, na verdade, era leite em pó de bebé. O DVD inclui ainda comentário audio do António-Pedro Vasconcelos, o making of e o videoclip com a canção do Jorge Palma. Para quem tem preguiça de levantar o rabo do sofá para ir comprar a fita, ela está disponível nos serviços on demand da ZON e do MEO.
Entretanto...
A campanha TMN Banda Larga continua, desta vez com um anúncio criado pela TBWA produzido pela excelentíssima equipa da Tangerina Azul que muito gozo nos deu a filmar e onde o familiar e o profissional se encontram de forma explosiva, já que contraceno com a minha musa Ana Galvão numa aventura campista que poderão ver com mais algum detalhe em breve, na versão maior do spot. Esta é a versão de 30 segundos:
Hã, e não, não tive assim tantas namoradas. Mas agradeço aos criativos da TBWA por acharem que sim. Um tipo sente-se galvanizado - embora já me sinta isso todos os dias, ao partilhar a minha vida com uma Galvão.
Já agora, aqui estão os dois spots anteriores desta campanha:
Por fim: acedi ao simpático convite da revista Sábado para ser um dos protagonistas da experiência de Realidade Aumentada que eles vão fazer na edição da semana que vem. Na aventura, que poderá ser apreciada usando apenas um computador com webcam e ligação à net e a edição da Sábado, alinham também milady Ana Galvão, David Fonseca, Tim e o campeão de snowboard João Allen. Vocês vão ver todas estas pessoas ganhar vida nas páginas da Sábado, numa experiência que expande o conceito de revista de uma forma que será interessante continuar a explorar no futuro. Eu fiquei fã, e estou curioso para saber o que acham. A Esquire fez há uns meses uma experiência de Realidade Aumentada que fez furor; vamos ver que furor faz a nossa experiência! A Sábado de Realidade Aumentada sai dia 22 de Julho, quinta-feira.
Num registo mais deprimente, aproxima-se o dia em que faço 39 anos. Nunca mais voltarei a fazer anos com um 3 à esquerda. Aflitivo.
O jornal i desafiou um punhado de guionistas - o Filipe Homem Fonseca, o Luis Filipe Borges, o João Tordo e este que se assina - a reescrever cenas clássicas de filmes de Quentin Tarantino, mas reinventando as situações em géneros diferentes. Ao Filipe desafiaram-no a reescrever a famosa cena sobre a canção Like a Virgin do início de Cães Danados como se fosse cinema português antigo, do tempo d'A Canção de Lisboa; o Borges reescreveu o diálogo das diferenças linguísticas entre a América e França, de Pulp Fiction, na era bíblica; o João Tordo transformou o diálogo em torno das Chicks With Guns, de Jackie Brown, num momento novela das 9 com meninos-bem; a mim, calhou reescrever o combate entre a Noiva e Elle Driver, em Kill Bill, como se de um musical se tratasse. Isto são coisas que não se pedem a ninguém, mas lá que tive gozo a fazer isto, lá isso tive. E era o i a pedir, e tenho para mim que o i é dos jornais portugueses mais interessantes do momento. Leiam aqui.
A propósito do filme A Bela e o Paparazzo, na revista Sábado:
A foto da Sábado não podia estar mais bem escolhida, uma vez que pareço, de facto, um maluquinho. Ando com algum nervoso a pensar no dia de filmagens de 8 de Julho, em que tenho uma cena difícil como o caraças. O que vale é que o realizador me dá alento... Na coluna que assina semanalmente no semanário Sol, o António-Pedro Vasconcelos, na edição do fim-de-semana passado, diz que eu compus o "tipo extravagante e meio lunático como se vivesse com ele há meses". Acho que é porque o Tiago (assim se chama a personagem) é, no fundo, aquilo em que eu poderia acabar por me tornar se estivesse desempregado e passasse os dias estendido num sofá a inventar coisas inconsequentes para fazer. Como por exemplo declarar a independência de um prédio lisboeta.
(Obrigado ao Ricardo Santos pelo recorte!)
No Público de ontem, um texto do Eduardo Cintra Torres, possivelmente o crítico de televisão mais severo e impiedioso da imprensa nacional (aliás, pela foto que acompanha a sua secção, é fácil constatar que não é fácil fazer rir o ECT!). Cliquem na imagem para aceder a uma versão em tamanho mais jeitoso e legível.
E saiu também, na sexta-feira, na revista de televisão do Diário de Notícias um texto do João Lopes que depois foi publicado no blog que ele assina com o Nuno Galopim, Sound and Vision.
Podem ler o texto do João Lopes aqui.
Logo à noite há novo episódio (parece que pelas 22h30, embora seja de ir ficando atento a partir das 22h15, pelo sim pelo não) e o número de abertura - estou à vontade para o dizer porque não o escrevi nem participo nele - é um espantoso e único momento de comédia de embaraço que continua o sketch da passada semana sobre os Globos de Ouro. Brilhantes performances dos meus caros Bruno Nogueira, Nuno Lopes, Eduardo Madeira e de uma very special guest star. E sim, falamos do tipo de coisa que me faz ter um gigantesco orgulho de trabalhar com estes indivíduos e neste programa.
Para quem não viu a semana passada e quer apanhar o enredo, aqui fica o sketch da semana passada que começou a mini-saga dos Globos de Ouro:
Daí a pouco, na mesma noite, na SIC, acontecia isto:
E esta noite, de volta aos Contemporâneos... a saga continua!
Para ilustrar a entrevista que vai sair na revista Única do próximo Expresso, no sábado, os jornalistas Mafalda Anjos e Bernardo Mendonça propuseram-me uma verdadeira odisseia: encarnar três personagens preferidas do cinema e da TV. Ficou decidido que os ditos cromos seriam Eduardo Mãos-de-Tesoura, a criatura que me fez, definitivamente, eleger Tim Burton como um dos meus realizadores de culto; Indiana Jones, herói dos bons velhos tempos, cujos três primeiros filmes me acompanharam pela adolescência fora; e, para marcar as novas tendências televisivas de que sou fã, a personagem de Dexter (quem acompanha o Twitter é capaz de se lembrar do teaser que fiz sobre isso na altura, quando disse que estava numa sessão fotográfica num cenário digno de ser uma casa de um serial killer). Num dos teasers que deixa pela net, o Expresso mostra agora um pequeno making of do que foi essa saga de várias horas, boa parte delas passadas sentado numa cadeira a ser coberto de camadas de maquilhagem - sobretudo para o Mãos-de-Tesoura.
Ficou um trabalho assustadoramente próximo do real, graças ao genial trabalho do Sérgio Alxeredo (o responsável pela maquilhagem d'Os Contemporâneos) e da Miss Suzie (cujas produções de moda fazem furor, bem como o seu trabalho com os Irmãos Catita). As fotos saem no sábado, na Única, juntamente com uma grande e detalhada entrevista. Para já, aqui fica o teaser de uma das coisas mais incríveis para que me convidaram desde sempre... Sim, tenho a sensação que passados dois dias ainda estava a tirar pedaços de maquilhagem da cara, mas valeu a pena.
Podem ver o video e ler alguma informação aqui...
(O Dexter vão ter de esperar por sábado para ver.)
(As fotos vieram de um álbum Facebook das Produções Fictícias.)
Há entusiasmo no ar, há alegria, há material de canalização - o primeiro episódio da terceira série d'Os Contemporâneos teve hoje o primeiro dia de gravações em que o elenco todo participou. Vai para o ar no próximo domingo, dia 3, e estamos contentes com a maneira como o programa está a ficar. A imprensa está a acompanhar em peso o regresso, o que muito agradecemos, e há um certo hype no ar que provoca um misto de nervoso pela responsabilidade e alegria por termos interessado as pessoas o suficiente com o esforço da série 2, depois de termos andado a fazer experiências durante a série 1 (a tal que levou anónimos variados a decretar que o programa não duraria mais que uma temporada e, possivelmente, não até ao fim). Por tudo isso, sabe bem ainda cá estarmos a dar o litro e termos mais 13 episódios pela frente para prosseguir esta odisseia.
Hoje estivemos a gravar um sketch que a dada altura se revela que, no fim de contas, não é um sketch - embora seja um sketch. Não se preocupem, não é nada de pretensioso ou inacessível. O Bruno interpreta com grande categoria o papel de um formador de canalizadores. Uma parte desta rábula é inspirada num pedacinho de texto da edição do Há Vida em Markl que fiz há umas semanas sobre a profissão de canalizador. O resto é inspirado em algo completamente diferente disso. Se tudo correr bem, este é o sketch que fecha, de forma muito tocante e visualmente bela, o episódio de domingo. Um episódio que contém algumas rábulas muito, muito polémicas. Tanto, que hoje considerávamos a possibilidade de ser suspensos ao fim deste primeiro programa, o que faria da 3ª série d' Os Contemporâneos, a temporada mais curta que uma série já teve - 1 episódio. Pelo menos há de despertar em algumas pessoas uma forte vontade de espancar a equipa do programa, por razões díspares.
Entretanto, amanhã à tarde passo por duas experiências dignas de nota: uma - que espero que termine a tempo da outra - é fazer uma alucinante sessão fotográfica para ilustrar a grande entrevista que a revista Única, do Expresso, me fez há uns dias. Foi uma entrevista brilhantemente conduzida pelos jornalistas Mafalda Anjos e Bernardo Mendonça, a conversa mais divertida, interessante e inteligente que tive com a imprensa desde uma já longínqua entrevista que o extinto suplemento DNA, do Diário de Notícias, me fez há uns anos valentes. Eles tiveram uma ideia arriscada (e muito trabalhosa) para a parte fotográfica da coisa, mas que pode ficar bem catita. Podia ficar melhor se eu tivesse o mais pequeno resquício de talento para ficar bem em fotografias. Mas os fotógrafos do Expresso, a equipa de maquilhagem do Sérgio Alxeredo (que também maquilha Os Contemporâneos) e a estonteante produção da grande Miss Suzie, a produtora de moda que os Irmãos Catita celebrizaram, são capazes de fazer milagres. Não, não me vou vestir de mulher, caraças.
Por fim, e respondendo a um simpático convite da TB Store, estarei às 18h de amanhã (e até às 21h) a apadrinhar a inauguração da Loja Apple do Colombo. Eles convenceram-me a estar atrás do balcão a atender a clientela. Não, não me deixam oferecer iPods ou fazer descontos, mas aguardo com alguma expectativa o momento em que proferirei as lendárias palavras "verde-código-verde, por favor". Lá vos espero.
O Só Visto da RTP acompanhou o dia que eu e a Ana passámos no jornal Metro, a dirigir a edição especial de Dia dos Namorados. O dia histórico em que eu disse adeus à minha barba, por amor. A reportagem ficou magnífica - nunca é demais deixar aqui agradecimentos e homenagens à equipa do Só Visto e à Dália Madruga em particular. E é também de deixar a mesma dose de agradecimentos e homenagens à equipa do Metro e ao seu director - o director a sério, Luis Pimenta - por um dos melhores dias dos namorados de que há memória... e nem sequer calhou no dia 14.
Anda muito bom cidadão no meu Twitter a queixar-se de que não encontra em lado nenhum a edição papel do Metro que eu e a Ana passámos o dia de ontem a dirigir. A minha teoria é que se procurarem com afinco debaixo dos assentos de autocarros, comboios e metropolitano ainda encontram lá umas quantas amarfanhadas. Caso não encontrem, podem sempre ver a edição no site oficial do Metro.
Saibam o que o amor pode fazer à barba de um homem.