Hoje chegou-me às mãos, acabado de sair da gráfica, o novo livro, Caderneta de Cromos Contra-Ataca. É a sequela de Caderneta de Cromos, o segundo volume da versão papel + ilustrações (como sempre brilhantes, cortesia da Patrícia Furtado) da rubrica que faço com o Pedro Ribeiro, a Vanda Miranda e o Vasco Palmeirim na Rádio Comercial.

 

 

Estou feliz com o resultado, como fiquei feliz com o primeiro livro e com a maneira como a rubrica toca, diariamente, o coração e o - olhem agora que pretensioso - funny bone de tanta gente. Quando decidi abraçar esta espécie de missão em Novembro de 2009 (dia 23 desse mês, nesse ano, foi para o ar o Cromo nº1), fi-lo porque queria que alguém já tivesse feito isto para eu ouvir. Como ninguém se chegou à frente, fiz eu: a ideia era reunir os pedaços dispersos, entre a memória e os baús dos sotãos, dos nossos anos de crescimento. Acho que hoje, mais de 700 edições passadas, posso dizer que já vamos tendo uma enciclopédia jeitosa, criada por mim e pelos incansáveis ouvintes das Manhãs da Comercial, que são cada vez mais e melhores.

 

O novo livro, Caderneta de Cromos Contra-Ataca, tem algumas inovações em relação ao primeiro - como as páginas finais em que abrimos o baú dos cromos pessoais da equipa do programa e em que descobrimos pérolas como fotografias embaraçosas / queriduchas; cartões escolares; e uma certa página de um certo diário de uma certa Vanda Miranda. Analisada com o detalhe que merece. E é claro que volta a haver uma cornucópia de cromos seleccionados entre os melhores / mais emblemáticos da rubrica, todos eles ilustrados pela Patrícia. E um prefácio de um dos homens que, podemos dizê-lo, fundou a rádio moderna nos gloriosos primeiros tempos do FM da Rádio Comercial: Júlio Isidro, que assim continua uma colaboração connosco que vem já da Caderneta de Cromos ao Vivo no Coliseu de Lisboa, onde fez um inesquecível one man show. Uma honra tê-lo a bordo desta nossa maquineta do tempo.

 

Até dia 23 decorrem duas pré-vendas, uma nas lojas FNAC, outra nas lojas Sonae (Continente, Book.it, Worten).

 

A da FNAC é assim:

 

 

Convém sublinhar que o pacote com os 100 cromos autocolantes continuará disponível depois da pré-venda FNAC; deixam é de ser grátis, a partir de dia 23.

 

A pré-venda das lojas Continente, Book.it e Worten é assim:

 

(Só a minha mulher pode vestir / despir a versão não de papel. A versão de papel podem fazer dela o que quiserem, até eu perceber que alguém está a fazer vudu, quando sentir, de repente, uma picadela no lombo.)
Quanto a apresentações, vamos começar por fazer a primeira na FNAC Colombo. Porquê na FNAC Colombo? Porque fica na zona de Benfica, cenário de boa parte dos cromos do livro e meu bairro nos verdes anos. O simbolismo da coisa é catita. Vai haver, para já, duas apresentações diferentes - tomem nota.
Sexta-feira, 23 de Setembro, 21h30 - FNAC Colombo: O primeiro evento. Singelo mas super-espectacular, apenas com os autores do livro, eu e a Patrícia Furtado, assinalando o lançamento, que ocorre nesse dia. Haverá autógrafos e podem colocar todas as questões que vos apetecer ao escriba e à ilustradora.
Segue-se o outro evento, noutra FNAC...
Quinta-feira, 29 de Setembro, 20h30h - FNAC Chiado: O segundo evento. O da desbunda. Super-espectacular? Sim. Mas também Super-hiper-espectacular. Aqui estará toda a equipa da rádio - para além de mim, o Pedro, a Vanda e o Vasco -  e também a Patrícia Furtado. Temos rábulas preparadas (incluindo uma leitura-recital do Diário de Vanda) e convidamos toda a gente a levar consigo uma - e apenas uma - peça do seu espólio setentista-oitentista. O ano passado fizemos um evento assim mais tarde e só saímos da FNAC às 5 da manhã. Este ano começamos mais cedo e tudo faremos para que toda a gente consiga autógrafos a horas decentes.
Quem está na dúvida sobre a qual dos eventos ir, proponho: os dois.
Estes são os eventos FNAC. Posteriormente, em data a anunciar, haverá uma festa Caderneta de Cromos Contra-Ataca. E estamos a desenvolver esforços para que seja num lugar muito especial e muito cromo, mas ainda é segredo. Depois, haverá autógrafos em várias zonas do país, até ao Natal, e todas as sessões serão anunciadas no Facebook da Caderneta de Cromos. A ver se nos encontramos algures!
Hoje, a Patrícia e eu autografámos 500 livros, para distribuição em lojas. Uma verdadeira linha de montagem. O primeiro autógrafo de todos foi especial, porque foi para um fã especial da Caderneta: o Valter Hugo Mãe, um dos escritores mais talentosos que temos actualmente em Portugal; tão talentoso, que até tenho vergonha de lhe dar este livrinho despretensioso e galhofeiro, quando ele escreve - e tão bem - sobre coisas essenciais da nossa vida. Muito me honra que ele goste da Caderneta. E que vocês, desse lado, também gostem. Vai haver novidades com a sua laracha em mais do que um futuro: o próximo e o medianamente distante. A seu tempo, tudo será revelado.


Parece que ainda foi ontem. Mas a verdade é que a Caderneta de Cromos está a caminho do primeiro aniversário - e andamos a magicar umas comemorações com a sua laracha para dia 23 de Novembro. Para os fãs da Caderneta que foram ao Coliseu de Lisboa, tenho uma mini-prenda antecipada - um singelo making of da rábula de abertura da Caderneta de Cromos ao Vivo. A todos os que vão ver o espectáculo no Porto, no próximo dia 27, aconselho que vejam isto só depois do show.

 

 

 

 

Uma coisa é certa: o ano um da rubrica é festejado com o lançamento de um pedaço bastante retro de merchandising a que chamámos A Minha Agenda da Caderneta de Cromos, em sentida homenagem à lendária A Minha Agenda RTP, que toda a gente, em determinada altura da sua infância, achou essencial possuir. Como eu nunca tive tal coisa, criei uma! Criei-a com a Patrícia Furtado e a editora Objectiva - uma útil agenda que, sim, é mesmo a sério, apesar de estar artilhada de pequenos pedaços do universo da Caderneta de Cromos, ornamentando as suas intemporais páginas. Intemporais, porque esta agenda pode ser usada em qualquer ano - não apenas 2011. Se vos apetecer usá-la só em 2012 ou, se não acreditarem na profecia inca do fim do mundo e se arriscarem guardá-la para 2037, ela continuará válida. Eis a capa:

 

 

E para quem tem curiosidade para saber como é ela por dentro, aqui está um pedaço de uma das suas páginas, com o tipo de dica e informação preciosa e útil que se espera de uma agenda de prestígio:

 

 

A agenda é mais um rico trabalho gráfico da Patrícia Furtado e, para além da sua natureza de agenda pura e dura, é uma espécie de expansão do universo do livro da Caderneta de Cromos. Ou, para ser pretensioso, uma, vá, companion piece. Chiça. O preço é catita - 8 euros e meio. A data de lançamento é o dia do 1º aniversário da rubrica - 23 de Novembro. Ou seja, terça-feira que vem.

 

Alguns dias mais tarde, outra peça fundamental do universo da Caderneta é lançada. É, provavelmente, a peça de merchandising mais egoísta da História: mesmo que ninguém compre, já ninguém me tira a honra gigantesca de ter co-concebido (isto parece gaguez, mas não é) um jogo com a mais mítica empresa portuguesa de brinquedos e jogos - a mui adorada Majora. De novo com as ilustrações da Patrícia, criámos uma espécie de reinvenção do clássico Jogo da Glória a que chamámos... bom, Jogo da Glória da Caderneta de Cromos. Tem o espírito do jogo clássico, mas a Majora deu-nos toda a liberdade para reescrever e tornar mais delirantes, competitivas e até físicas, as regras desse sucesso perene da empresa. O resultado é mesmo uma fusão inédita entre o espírito tradicional de um jogo de tabuleiro e o espírito, hum, coiso, da rubrica da Rádio Comercial.

 

Aqui, o momento em que eu e a Vanda Miranda apalpámos, emocionados, pela primeira vez, a caixa do jogo, na reunião que tivemos na terça-feira com o Pedro Oliveira, da Majora, para ultimar os detalhes. A maior emoção foi ver o clássico logotipo da Majora na tampa de um jogo baseado numa rubrica minha!

 

 

(Esclarecendo todas as dúvidas que esta foto suscitou entre os seguidores da Caderneta no Facebook: esta foto foi tirada na sala de reuniões das Produções Fictícias e o cartaz lá atrás é de uma peça de teatro chamada Conspiração (e não apenas Piração), escrita pelo Nuno Artur Silva.)

 

Tal como aconteceu com o livro da Caderneta de Cromos, a FNAC associou-se à Objectiva e à Majora para fazer pré-vendas destes dois novos artefactos do planeta Caderneta. Mais tarde eles estarão disponíveis em todo o lado, mas neste momento já há uma página da loja online da FNAC onde está reunido todo o universo cromo e onde pode ser feita a pré-encomenda da agenda e do jogo. Está tudo aqui.

 



Na semana passada aconteceu a noite longa da FNAC Colombo, para assinalar a noite em que o livro da Caderneta de Cromos saiu para a rua; mas quem não pôde estar nesse evento, pode ir agora às duas festas de lançamento que estamos a preparar para Lisboa e Porto. Aconselho-vos, por isso, que, caso estejam interessados em juntar-se a mim, ao Pedro Ribeiro, à Vanda Miranda, ao Vasco Palmeirim, e à Patrícia Furtado, a ilustradora que criou os magníficos cromos da Caderneta, preparem-se para agir. Eis as instruções!...

 

 

Dia 12 de Outubro, 3ª feira, 21h30, no Urban Beach, do Grupo K, em Lisboa:

 

O evento apresenta o livro com as participações da equipa do Programa da Manhã da Comercial, da Patrícia Furtado e do venerável criador do tema musical da Caderneta de Cromos, o superstar David Fonseca, que fará um DJ set com vinis trazidos directamente dos 80s e que incluem 12 polegadas e tudo.

 

Os convites para este arraial luxuriante podem ser pedidos na Rádio Comercial (Rua Sampaio e Pina, 24-26, em Lisboa, perto do liceu Maria Amália) ou recolhidos numa das principais livrarias, a partir de 2ª feira.

 

Haverá um consumo de 6 euros por pessoa, com direito a uma bebida.

 

Para nos armarmos em diferentes, os convites são válidos não para duas, mas para três pessoas.


A confirmação é obrigatória até ao dia 11 de Outubro, através do email correio@objectiva.pt ou através do telefone 214 246 903.

 

 

Dia 19 de Outubro, 3ª feira, 21h30, no Twins da Foz, no Porto:

 

A equipa matinal da Comercial e a Patrícia Furtado juntam-se para apresentar o livro da Caderneta de Cromos na bela Invicta.

 

Os convites podem ser pedidos na Rádio Comercial, nos estúdios de Lisboa ou do Porto, ou recolhidos numa das principais livrarias, a partir de 2ª feira.

 

São também válidos para três pessoas.

 

Haverá um consumo obrigatório com direito a uma bebida.

 

Pede-se confirmação obrigatória até ao dia 18 de Outubro, através do email correio@objectiva.pt ou através do telefone 214 246 903.

 

 

Quem não fica a jeito de ir em Lisboa ou ao Porto nestas datas, não desespere - vai haver mais eventos, entre apresentações e autógrafos, noutras zonas do país e eu irei aqui anunciando.

 

E AGORA, UM TEASER IMPORTANTE!

 

Para as pessoas que se lamentam de ter comprado o livro da Caderneta de Cromos depois da pré-venda ou noutras lojas onde não havia cromos de oferta, lanço a questão: e se, de repente, os cromos que foram gratuitos para os sortudos que fizeram a pré-encomenda do livro, nas lojas FNAC, deixassem de ser gratuitos (vá, nem tudo podem ser boas notícias; mas o preço não é antipático) e pudessem passar a ser comprados, os 100, de uma vez, num pack completamente independente do livro? Hem? Hem?

 

Os cromos coloridos ilustrados pela Patrícia Furtado tiveram tanto impacto junto do público e há tanta gente a pedir que eles regressem, que nos pareceu cruel (e mal empregado para o tremendo trabalho que a Patrícia teve) não encontrar uma solução para fazer chegar cromos finamente impressos a todas as pessoas que os querem. Dentro de dias, vai haver novidades sobre isto. Aguardem!

 

(Quem não quiser comprar cromos, prepare-se para fazer o download e a impressão dos mesmos dentro de alguns dias, aqui, onde começarão a sair em carteirinhas virtuais.)



 

 

Só agora tenho um mísero pedaço de tempo para falar do que aconteceu na FNAC Colombo, na madrugada de quinta para sexta-feira passada. E não tenho dúvidas de que foi a maior sessão de autógrafos em que já estive. Estava muita, muita gente.

 

 

Que é como quem diz: mesmo as maiores sessões que houve no tempo do Homem Que Mordeu o Cão - e houve-as bem grandes - não foram tão grandes como esta. Foi esgotante (saímos do Colombo já passava das 4 e meia da manhã), o calor era infernal (impossível manter o blazer branco de Don Johnson muito tempo), mas foi divertido: esboçou o que pode vir a ser um espectáculo ao vivo da Caderneta e foi uma calorosa e afectuosa reunião entre ouvintes, leitores, e as pessoas que fazem a rubrica e o livro.

 

Isto é como a FNAC é às 4h30 da manhã, depois de toda a gente ter saído. A sério, é um lugar surreal.

 

Obrigado a todos os que lá estiveram; aos que não puderam estar, não se preocupem, não faltarão oportunidades para estarem em próximos eventos de promoção do livro. E obrigado à FNAC pela simpatia de terem oferecido esta espécie de troféu a mim e à Patrícia Furtado, autora das ilustrações do livro, comemorando a maior pré-venda de sempre da História da FNAC.

 

 

A Rádio Comercial montou um vídeo de 11 minutos com momentos do evento. Podem vê-lo aqui. Houve desfile de memorabília rara das décadas de 70 e 80. O dono do objecto mais celebrado pela multidão ganhava o estaminé que a FNAC usou para vender o kit da pré-venda durante as últimas semanas, autografado pela equipa. Venceu o António Russo, que ainda hoje usa uma invulgarmente estimada manta da Heidi, absolutamente vintage, para aquecer a filha recém-nascida. A petiza tem, agora, a decoração de quarto infantil mais bizarra de sempre, mas por acaso não fica nada mal, como podem ver pela foto que o António mandou, do aconchego do lar.

 

 

Agora o livro está em todo o lado - e antes do dia de lançamento já estava na 3ª edição (chiça!) o que é incrível e me faz, de novo, agradecer o vosso entusiasmo por esta aventura radiofónica que, em Novembro, irá completar um ano de existência (e parece que foi há 15 dias que começou, caramba). Para que percebam o grau de perfeccionismo que anda a ser posto em tudo o que tem a ver com a Caderneta de Cromos, notem no falso autocolante de "3ª edição" que a Patrícia acrescentou - com ponta revirada e tudo - na capa da 3ª edição. É falso porque não é, na verdade, um autocolante - assim como as famosas dobras da capa também não o são - mas é verdade que já chegámos, sem saber bem como, à 3ª tiragem do livro!

 

 

Em breve começam as sessões de apresentação e autógrafos e aqui - e também no Facebook da Caderneta - se irá dando conta de tudo o que vai acontecendo. Quanto aos cromos coloridos, não se esqueçam que, em breve, poderão fazer o download deles, em carteirinhas virtuais, no site oficial do livro, dentro do site da Editora Objectiva. Inscrevam-se para serem avisados da publicação de novos cromos. Coleccionem, que nem uns malucos!



... mas, neste momento, já há um número razoável de fãs da Caderneta de Cromos (muitos dos que fizeram a encomenda online) com o kit FNAC completo em casa. Tão completo, que até inclui o cromo 100, que, supostamente, era para ser dado no evento de quinta-feira às 23h na FNAC Colombo. Mas pronto, antes assim! Eu gosto de ver a clientela satisfeita e tem sido infinitamente catita receber o vosso feedback sobre o livro e as fotos que têm posto no Facebook da Caderneta. Obrigado por tudo!

 

Até dia 24 as pré-vendas continuam, não só na FNAC, mas também na Bertrand (com o bónus dos livros já trazerem um autógrafo - hoje eu e a Patrícia Furtado assinámos 850 livros a juntar aos 300 que já tínhamos assinado há dias), no Corte Inglès (onde receberão um saco de pano da Caderneta de Cromos bastante sui generis), na Bulhosa (onde receberão um iô-iô da Caderneta, muito old school), nas lojas Sonae, Continente e book.it (onde ganham logo o autocolante Sou Oficialmente um Cromo, para carros e janelas), e na loja online Wook (onde recebem autógrafo e a possibilidade de assistir ao Programa da Manhã da Comercial ao vivo). A partir do dia 24, o livro estará nas lojas.
Ainda estamos meio abananados com a maneira como estas pré-vendas superaram as nossas expectativas, e nunca é demais agradecer o entusiasmo da comunidade de fãs da Caderneta de Cromos para que isto tenha corrido assim!
Em breve anunciarei datas das sessões de apresentação e/ou autógrafos que vão sendo agendadas para vários pontos do país. Para já, há a da FNAC Colombo, em Lisboa - dia 23, às 23h30. Apareçam lá: temos um estúdio de rádio montado para vos oferecer uma edição exclusiva, ao vivo, da Caderneta de Cromos, com a presença da equipa toda! E vai ser inaugurada a exposição com as ilustrações incríveis da Patrícia Furtado para os cromos.
E já agora, conheçam melhor a obra da ilustradora: ela tem uma página no Facebook de que podem e devem gostar, que vale a pena; e um site oficial onde podem ver o que ela tem feito, não só aqui em Portugal, mas também - chique! - lá para fora.



 

Como a coisa está a suscitar algumas dúvidas entre quem fez a pré-encomenda, aqui ficam todos os esclarecimentos sobre o evento de lançamento do livro da Caderneta de Cromos na FNAC, onde será entregue o cromo nº100:

 

- Acontece na FNAC Colombo, e começa no dia 23 de Setembro, às 23h30. Meia-hora depois, à meia-noite de dia 24, celebra-se o lançamento oficial, ou seja, o momento em que o livro, por fim, é posto à venda, fisicamente, nas lojas;

 

- O evento é aberto a todos os interessados, e não apenas aos que fizeram a pré-encomenda;

 

- Quem não aderiu a essa pré-encomenda pode, nesse dia e hora, ter a oportunidade final de comprar o livro e de receber os 100 cromos e o tubo de cola. Esta oferta é limitadíssima: só acontece nessa noite e nesta loja e não há muitos exemplares!

 

- Quem aderiu à pré-encomenda em loja tem de recolher o livro na FNAC onde fez o pagamento da pré-venda. Entrega o talão e recebe o livro e os restantes cromos. Para que possa, na noite de 23 de Setembro, ir à FNAC Colombo de livro em punho para ser autografado, ele estará disponível nas FNAC de norte a sul do país, só para quem pré-comprou, a partir da manhã desse dia 23 de Setembro.

 

- Quem aderiu à pré-encomenda pela Internet, no site da FNAC, recebe o livro e o convite para o evento de lançamento e entrega do cromo nº100 por CTT e antes do dia 23 de Setembro (se os Correios não se atrasarem, porque isso a FNAC não controla), para que possa levá-lo, na noite do evento, para ser autografado.

 

- Quem não tiver recolhido o livro na noite do lançamento ainda pode, na mesma, ir ao evento, pois receberá o cromo nº100 autografado!

 

- Quem não puder estar no evento da FNAC, pode levantar o cromo nº100 em qualquer outra FNAC do país, a partir de dia 24 de Setembro.

 

- Nessa noite é inaugurada, lá na FNAC Colombo, a exposição itinerante dos cromos, onde poderão ver, em ponto grande, uma selecção das mais incríveis ilustrações que a Patrícia fez para o livro.

 

Entretanto, alguns esclarecimentos, respondendo a inquietações expressadas no Facebook da Caderneta:

 

- O êxito da pré-venda da FNAC surpreendeu-nos a todos. Sabíamos que a Caderneta tem uma fanbase grande, mas quando eu disse, no início, que a tiragem de pacotes de cromos e cola era limitada, é porque era mesmo limitada. Era o número que todos achávamos que, numa primeira fase, ia ser vendido e depois era esperar pelo lançamento. A feliz chuva torrencial de pedidos acabou por levar a Objectiva e a FNAC a tornar o que era uma edição limitadíssima em algo maior: mais cromos foram impressos para aceder aos muitos pedidos e, para que nada faltasse a quem queria comprar, a edição limitada acabou por ser expandida.

 

- Da mesma forma, não estávamos à espera que, depois da pré-venda da FNAC, tantas outras cadeias de lojas se quisessem juntar à operação. Sendo os cromos coloridos um exclusivo FNAC, tinha lógica que cada pré-venda oferecesse algo diferente, exclusivo e especial, de empresa para empresa. Isto não é um plano sinistro para obrigar as pessoas a comprar vários exemplares só para coleccionarem brindes. Brindes são brindes; o que eu e a Patrícia Furtado fizemos e que nos orgulha é um livro, que tem uma vida própria à parte de cromos, autocolantes, sacos de pano, iô-iôs. Desejamos que cada fã tenha o seu exemplar do livro (singular e não plural!) e que escolha o brinde que quer com toda a liberdade e/ou conveniência: cromos e cola na FNAC; autocolante Eu Sou Oficialmente um Cromo nas lojas Sonae (Continente e book.it); primeiras edições autografadas na Bertrand; saco de pano no Corte Inglès; iô-iô na Bulhosa; primeiras edições autografadas e oportunidade de assistir ao Programa da Manhã da Comercial ao vivo na loja online Wook. Friso: não há aqui nenhuma operação de marketing sinistra. Há muito trabalho para fazer deste lançamento uma operação divertida, inesquecível e, acima de tudo, onde os fãs da rubrica da Rádio Comercial possam obter o primeiro registo palpável da História da Caderneta de Cromos: um livro ilustrado, feito com trabalho, dedicação, respeito e gratidão pelas pessoas que fizeram desta rubrica, em menos de um ano, o sucesso que ela é hoje e que nos deixa - a mim, ao Pedro Ribeiro, à Vanda Miranda, ao Vasco Palmeirim, à Patrícia Pereira e à Patrícia Furtado, a primeira ilustradora em Portugal a criar um look para um programa de rádio - muitíssimo felizes.

 

Espero que possam estar na FNAC Colombo no dia 23 às 23h30. Se não puderem, não desesperem: vamos andar pelo país a tentar autografar o máximo que pudermos! À medida que essas sessões forem acontecendo, eu irei dando notícias.

 

Obrigado por todo o apoio que têm dado à Caderneta de Cromos, como ouvintes na rádio e, agora, como futuros leitores (porque na altura em que vos escrevo estas linhas ainda nenhum de vós tem o livro!).



 

Estamos a menos de duas semanas para o lançamento do livro da Caderneta de Cromos e, vantagens de ser autor da coisa, já sou o possuidor de um exemplar a cheirar a novo! É sempre uma emoção ver o resultado final de tantos meses de trabalho. Estou contente com o resultado, seguindo-se agora a ansiedade por ver a obra nas mãos dos leitores e saber o respectivo feedback.

 

Há algumas notícias que urge partilhar: primeiro, que o evento de lançamento na FNAC vai ser nocturno, o que tem uma grande pinta. Às 0h00 do dia 24 de Setembro, estarei na FNAC do Colombo para entregar o cromo nº 100 a quem adquiriu o livro na pré-venda FNAC (quem o tiver feito em lojas FNAC de outras zonas do país receberá também este centésimo cromo, podendo levantá-lo na FNAC mais próxima; não precisam de vir a Lisboa e ao Colombo de propósito para o buscar, embora seja um prazer recebê-los). O centésimo cromo - referente a I Just Called to Say I Love You, de Stevie Wonder - é servido num cartão todo pipi, como podem ver aqui:

 

 

Mais um rico trabalho de mestra Patrícia Furtado - que estará também na FNAC do Colombo no evento da noite de 23 para 24 de Setembro para comigo autografar exemplares do livro.

 

Será nessa noite que, para além de assinalarmos o lançamento do livro, inauguramos a exposição itinerante do livro da Caderneta de Cromos. Vai andar por várias FNAC do país e mostrar, em ponto grande, uma selecção dos incríveis cromos criados pela Patrícia para o livro e que, assim, poderão ser vistos em todo o seu esplendor. A exposição começa na FNAC do Colombo, nessa noite.

 

Várias livrarias juntaram-se a esta onda de pré-vendas: como sabem, a Bertrand está a levar a cabo uma pré-venda que assegura os primeiros exemplares autografados a quem lhes comprar o livro e, nas lojas Sonae - hipermercados Continente e livrarias book.it - já estão estes estaminés, onde a oferta de pré-venda é o autocolante Eu Sou Oficialmente um Cromo:

 

 

Catita - e com rodas! Embora, creio eu, não seja permitido fazer corridas pelos corredores dos hipermercados com este stand-up, seus malucos! Sim, stand-up é o nome técnico deste objecto onde poderão encontrar os autocolantes que vos asseguram a reserva do livro. Sendo que o livro é de comédia, isto trata-se, portanto, de um stand-up comedy.

 

À medida que várias livrarias e lojas se juntaram a esta onda de pré-vendas do livro da Caderneta de Cromos, foi ficando claro que cada uma queria brindar os seus clientes com... lá está, um brinde. Um brinde diferente para cada. A parte gira disto é que os brindes foram criados com amor, carinho e marca de autor pela Patrícia Furtado. Assim se assegura que todo o material tem mesmo um look e um espírito equivalente ao do livro e da rubrica, e não é apenas uma fria linha de montagem de merchandising. De maneiras que anuncio aqui que quem fizer a pré-compra do livro no El Corte Inglès recebe, totalmente grátis, um saco de pano da Caderneta de Cromos...

Sim, um rico saco decorado com dois cromos famosos da Caderneta: a Anita e a Gina. E a estimulante frase "Leve a Gina e a Anita no mesmo saco". Ah, se aquelas garotas do Sexo e a Cidade vissem isto!... Chique, terno e levemente badalhoco - no fundo, resumindo o que a Caderneta de Cromos é.

 

Não ficamos aqui de prendas para pré-compras. Quem fizer a pré-encomenda do livro nas livrarias Bulhosa recebe um presente que não podia ser mais 80s. Na boa tradição do iô-iô Russell e pronto para levar a cabo manobras arriscadas como o Passeio do Cão, eis o iô-iô da Caderneta de Cromos, oferta exclusiva para quem optar por encomendar o livro nas lojas Bulhosa. Não tenho à mão uma imagem do dito iô-iô, mas mais tarde mostrarei. Por agora fica aqui o cartaz da Bulhosa:

 

 

E há ainda a pré-venda organizada pela loja online Wook: quem fizer a sua pré-encomenda na Wook tem direito a livro autografado e também à possibilidade de ir assistir ao vivo, no estúdio, a uma emissão do Programa da Manhã da Comercial - edições da Caderneta de Cromos incluídas, claro!

 

Permitam-me que termine este post dizendo duas coisas: uma, que haverá mais novidades - a um ritmo alucinante, quer-me parecer - nos próximos dias, sobretudo sobre os dias e locais das festas de lançamento do livro e que acontecerão, para já, em Lisboa, Porto e Figueira da Foz. A outra, que, apesar do que é dito numa campanha irada de uma livraria independente no Facebook, a Ovril, nunca, nos anteriores lançamentos de livros meus, eu me esqueci das pequenas livrarias. Fiz, com todo o gosto, várias sessões de autógrafos e apresentações fora das grandes lojas, acedendo, dentro da medida do possível, aos convites que chegaram dessas lojas. A Ovril protesta que as pequenas livrarias independentes ficaram de fora destas operações de pré-venda do livro da Caderneta de Cromos; eu respondo: estas operações de pré-venda, por tudo o que implicam, só poderiam acontecer em lojas e cadeias maiores. E também porque, depois, qual o critério para fazer uma pré-venda com uma pequena livraria independente e não com outra pequena livraria independente - sendo que seria complicado fazer com todas as pequenas livrarias independentes do país? Estarei sempre disponível - uma vez mais, na medida do possível, dado que tenho um trabalho exigente e, sobretudo, uma família - para acertar com as livrarias independentes sessões de apresentação e autógrafos. Incluindo com a Ovril - embora, neste momento, eles digam no Facebook que vão boicotar o livro. Espero que não e que percebam que não há aqui nenhum preconceito ou arrogância - prezo muito as pequenas livrarias e são lugares onde já tenho feito encontros bem divertidos e interessantes com leitores / ouvintes / espectadores.

 

 




... vou estar a autografar exemplares do Há Vida em Markl: Opus 2, livro que me valeu, no referido certame, o gostoso prémio de Melhor Álbum de Tiras Humorísticas 2007. É às 15h.



Como não é todos os dias que se ganha um prémio no Festival de BD da Amadora, que é uma instituição de peso, deixem-me lá dar dois ou três saltinhos de contente que nem uma colegial entusiasmada e dizer-vos que ontem, sábado, na cerimónia de entrega de prémios da edição deste ano, o livro Há Vida em Markl: Opus 2 ganhou o prémio de Melhor Álbum de Tiras Humorísticas do Ano! Ainda estou meio abananado com a notícia, sobretudo estando a concurso álbuns das séries Foxtrot e Zits (ou seja, de autores que, para começar, sabem desenhar francamente melhor do que eu!), mas agradeço ao juri do Festival esta gigantesca honra. De repente ver o meu nome no quadro dos vencedores desta edição do festival, ao lado de ilustres portugueses como o Luis Henriques, o José Carlos Fernandes ou o Rui Lacas e de ilustres estrangeiros como o meu herói pessoal Neil Gaiman (cujo clássico Mr. Punch recebeu, muito justamente, o prémio Clássicos da 9ª Arte) é qualquer coisa de quentinho.




Amanhã vai ser um sábado bastante animado: desde a manhã até ao fim da tarde vou participar como elemento do juri do concurso Sapo Challenge, a final, que é gravada amanhã para ser transmitida pela RTP no dia 30 de Junho. O programa é apresentado por duas pessoas que muito estimo, os shôres Bruno Nogueira e Sílvia Alberto, por isso vai ser giro. Além disso, nunca fui elemento de juri num concurso (fica assim apenas a faltar-me fazer um filho e saltar de pára-quedas - mas destas duas coisas só conto envolver-me na primeira), e este pareceu-me um concurso extremamente catita para me estrear nessa função: qualquer iniciativa que estimule os jovens portugueses a levantarem os rabos dos sofás e a criarem coisas parece-me digno de aplauso. Por isso aceitei o convite.

Palavras para a juventude: Eu, que estou quase com 36 anos, já posso ter mais tempo o rabo no sofá do que vocês, juventude. Mas continuo a criar. Aliás, eu desenvolvi um método que me permite criar com o rabo firmemente encaixado no sofá. Desvantagens: banha. Vantagens: estar com o rabo firmemente encaixado no sofá. Gostaria de o encaixar na tal mobília de jardim do IKEA que tem estado lá fora a apanhar chuva (felizmente acho que a partir deste fim-de-semana já vou poder sentar-me lá a trabalhar), mas para já mantenho-o encaixado no sofá. Perguntam vocês: "Então e não fazes exercício?". Respondo: sim. Por alguma razão vivo numa casa que tem dois andares e uma cave, e escadas ligando tudo isso. Como me esqueço de coisas com frequência, chego a subir e descer as escadarias umas cinco vezes em poucos minutos. Assim, uma maçada do envelhecimento - um gajo esquecer-se de coisas - transforma-se em algo capaz de rejuvenescer uma pessoa - fá-lo subir e descer escadas como se não houvesse amanhã.



Depois do Sapo Challenge e naquela que promete ser uma épica corrida contra o tempo, vou para a Livraria Bulhosa de Oeiras assinar exemplares do Há Vida em Markl: Opus 2. Lá esperarei pelos vossos canhenhos - amanhã, às 18h30. Mas como as gravações de programas de televisão costumam atrasar-se, não desistam se eu ainda não estiver na Bulhosa às 18h45. Prometo - e a produção do concurso também - que todos os esforços serão desempenhados para que à hora certa eu esteja na Bulhosa a estragar livros. Na pior das hipóteses estarei na Bulhosa às 18h47, embora eu esteja a esforçar-me para conseguir  estar lá às 18h33, vá lá. Apareçam e tragam-me uma carcaça com presunto, porque depois da correria devo estar com fominha.

Não, OK, pronto, a carcaça com presunto é opcional.

(Ah, e no domingo, não estou para ninguém.)




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Olhem para o que eu ando a fazer
Caderneta de Cromos - 2ª a 6ª feira, 8h45 e 9h45
(o clube de fãs no Facebook)

PRIMO - Sábado às 12 e Domingo às 23h00
(site do programa)

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